Paulo Neto e Carlos Magalhães não concluíram a edição 2026 do Rali da Água – Transibérico – Eurocidade Chaves Verín 2026, depois de uma ligeira saída de estrada não ter permitido continuar esta prova.
Não foi feliz, para a Paulo Neto Sport, a 6a prova do Campeonato de Portugal de Ralis, realizada nos passados dias 11 e 12 de Setembro em Chaves. A prova estava a correr acima dos objetivos, mas os troços como estavam muito sujos e a tração era complicada, o piloto de Sintra acabou sair de estrada.
“De facto não foi uma prova nada boa para nós. Em primeiro lugar, a organização teve que alterar a prova e retirou os troços de Espanha, que já tínhamos reconhecido. Depois, montou um rali com três passagens por três troços. Se com duas passagens os troços já eram difíceis e perigosos, devido à sujidade que fica na estrada depois dos pilotos cortarem as curvas, com três troços o desafio tornou-se ainda maior e mais complicado”, começa por afirmar Paulo Neto, que diz que “mesmo assim o primeiro dia até correu bastante bem. Consegui melhorar a nossa posição em cada uma das passagens dos três primeiros troços e no final da etapa estávamos em 8o lugar nas contas do Campeonato de Portugal de Ralis, o que estava dentro dos nossos objetivos para esta prova”.
Porém, o segundo dia do Rali da Água – Transibérico – Eurocidade Chaves Verín, que tinha apenas dois troços, mas realizados três vezes cada um, o que aumentava ainda mais as dificuldades para os concorrentes, acabou por não ser bom para Paulo Neto. “Estava focado em terminar este rali, mas sabia que os troços iam ser muito exigentes e, de facto, acabei por ser surpreendido logo na primeira especial do dia. Numa zona suja o Skoda saiu de frente para um pequeno morro e não consegui tirar de lá o carro”, conta Paulo Neto, que depois verificou que não teria possibilidades de continuar pois o seu carro tinha um amortecedor partido. “Foi demasiado cedo e nem sequer cheguei a aquecer no segundo dia. São coisas que acontecem e que nunca desejamos que se verifiquem, mas num rali com estas características podem acontecer a qualquer um. Aliás, a sequência de três passagens pelos dois troços acabou por ditar muitas desistências por despiste devido precisamente à sujidade das classificativas. Acho que do ponto de vista da segurança as três passagens acabariam por ter estas consequências, sendo um aspeto a rever no futuro”, afirma o piloto de Sintra.
Agora vem aí de novo a terra no Campeonato de Portugal de Ralis, com Paulo Neto a dizer que “se trata de um rali muito rápido de que gosto muito. Já estamos focados em regressar o mais concentrados possíveis nessa prova e obter um resultado dentro dos nossos objetivos desta temporada, que são, como sempre, entrar no Top10”.
A Paulo Neto Sport agradece o apoio de todos os parceiros para a temporada de 2026 do Campeonato de Portugal de Ralis, contando mais uma vez com apoio técnico da ARC Sport.


